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Girolamo da Brescia

Ritratto di gentiluomo con flauto, c. 1540 - Retrato de um cavalheiro com flauta

Óleo sobre tela - 74,0 x 100,0 cm

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Sebastiano Del Piombo

Ritratto Del medico Arsilli, 1522 - (Retrato do médico Arsilli)

Óleo sobre madeira 85,0 x 69,0 cm

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Francesco Francia

Madonna con Il Bambino e San Francesco, c. 1510 - Virgem com Menino e São Francisco

Óleo sobre madeira 27,5 x 21,5 cm

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II Moretto

Ritratto di gentiluomo con lettera, s.d. - Retrato de cavalheiro com carta

Óleo sobre tela - 117,0 x 99,6 cm

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Lorenzo Lotto

Adorazione dei Patori, 1530 - Adoração dos Pastores

Óleo sobre tela - 145,8 x 166,0 cm

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Rafael

Cristo benedicente, 1506 - Cristo Abençoado

Óleo sobre madeira - 31,6 x 25,0 cm

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L´Ortolano

Madonna con Il Bambino e Santa Caterina, 1517–1521 - Virgem com o Menino e Santa Catarina.

Óleo sobre madeira - 44,5 x 37,6 cm

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Ludovico Mazzolino

Madonna col Bambino in trono tra due angeli, 1514-1517 - Virgem com o Menino no trono entre dois anjos.

Óleo sobre madeira - 19,0 x 17,0 cm

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Michelangelo

Studio di fortificazione per la porta al Prato di Ognissanti, c. 1529- 1530. - Estudo de fortificação para portal al Prato di Ognissanti.

Lápis, bico de pena e aquarela sobre papel - 38,8 x 55,8 cm

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Michelangelo

Studio di Portale, 1561-1565 - Estudo de Portal

Lápis eaquarela sobre papel - 39,9 x 26,9 cm

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Fra Bartolomeo

Ritratto di Savonarola in sembianze di San Pietro Martire, 1509 - Retatro de Savonarola com aprência de São Pedro Mártir

Têmpera sobre madeira 52,0 x 40,0 cm

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II Bronzino

Ritratto di dama, 1525-1530 - Retrato de dama

Óleo sobre madeira 68,0 x 49,0 cm

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Ticiano

Maddalena, c. 1561

Óleo sobre tela 122,0 x 94,0 cm

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II Parmigiano

Sposalizio di Santa Caternina, s.d. - Casamento de Santa Catarina

Óleo sobre tela 75,0 x 117,0 cm

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II Perugino

Pietà con San Girolamo e santa Maria Maddalena, 1470-1475. - Pietà com São Jerônimo e Santa Maria Madalena

Têmpera sobre tela 134,0 x 171,0 cm

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Alvise Vivarini

Arco Trionfale Del doge Niccòlo Tron, 1471-1473) - Arco de Triunfo do doge Niccòlo Tron

Têmpera oleosa 140,0 x 98,0 cm

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Cima de Conegliano

Arcangelo Raffaele con Tobiolo tra i SantiGiacomo Maggiore e Nicola, c. 1515 - Arcanjo Rafael com Tobias entre São Tiago, o Maior e Nicolau

Óleo sobre madeira 162,0 x 178,0 cm

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Giorgione

Madonna col bambino tra San Giovanni Battista e una Santa, c. 1500 - Virgem com o Menino entre São João Batista e uma Santa

Óleo sobre madeira 55,0 x77,0 cm

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Il Veronese

Allegoria della Battaglia di Lepanto, c. 1571 - Alegoria da batalha de Lepanto

Óleo sobre tela - 169,0 x 137,0 cm

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Ticiano

Madonna con Bambino (Albertini), 1560-1565 - Virgem com o Menino (Albertini)

Óleo sobre tela 125,0 x 96,0 cm

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Vittore Carpaccio

Apparizione dei crocifissi Del monte Ararat nella chiesa di Sant´Antonio di Castello, depois de 1515 - Aparição dos Crucifixos do monte Ararat na igreja de Sant´Antonio di Castello

Óleo sobre tela 123,0 x 177,5 cm

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Sandro Botticelli

Sant´Agostino nello studio, 1480 - Santo Agostinho no estúdio

Afresco destacado 152,0 x 112,0 cm

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Da Vinci

Leda e Il Cigno, c. 1504 - 1508 - Leda e o cisne

Óleo sobre madeira 115,0 x 86,0 cm

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Il Bassano

San Girolamo, c. 1563 - São Jerônimo

Óleo sobre tela 119,0 x 154,0 cm

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Rafael

Testa di Madonna, 1518-1520 - Cabeça da Virgem

Óleo sobre madeira 31,5 x 27,5 cm

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Girolamo da Carpi

La Flagellazione di Cristo, c. 1545-1550 - A Flagelação de Cristo

Óleo sobre madeira 29,0 x 36,5 cm

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II Garofalo

L´Adorazione dei Pastori, c. 1516 - A Adoração dos Pastores

Óleo sobre madeira 40,0 x 56,0 cm

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Dosso Dossi

Ritratto di Buffone di Corte, c. 1508-1510 - Retro de Bufão de Corte

Óleo sobre tela 61,0 x 53,0 cm

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Battista Dossi

Ritratto di Alfonso I d´Este, c. 1534 - Retrato de Alfonso I d´Este

Óleo sobre tela 147,0 x 115,0 cm

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II Pinturicchio

San Agostino tra i disciplinati, 1499 - Santo Agostinho entre frades

Têmpera sobre tela 104,0 x 72,0 cm

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Andrea Mantegna

Sacra Famiglia con una santa, c. 1495-1505 - Sagrada Familia com uma santa

Têmpera sobre tela 76,0 x 55,5 cm

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Giovanni Boccati

Madonna del latte e angeli, 1470-1475 - Virgem do leite e anjos

Têmpera sobre madeira 78,0 x 50,0 cm

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Giovanni Bellini

Annunciazione, 1489 - Anunciação

Óleo sobre tela 225,0 x 106,0 cm

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Tintoretto

Uccisione di Abele, c. 1550 - Assassinato de Abel

Óleo sobre tela 149,0 x 196,0 cm

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Piermatteo d’Amélia

Sant´ Antonio Abate, 1474 - Sant’Antônio Abade

Têmpera sobre madeira 180,0 x 100,0 cm

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Maineri

San Sebastiano, 1492 - São Sebastião

Têmpera sobre tela 184,5 x 77,5 cm

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Carlo Crivelli

Madonna con Bambino (Madonna Litta), c. 1505-1510 - Virgem com Menino

Têmpera sobre madeira - 122,0 x 63,0 cm

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Centro Cultural Banco do Brasil - DF

Brasília • SCES, Trecho 2, Conjunto 22 CEP: 70200-002 Distrito Federal (DF) (61) 3108 7600 | ccbbdf@bb.com.br Horários: De terça a domingo, das 9h às 21h

Após o sucesso em São Paulo, com mais de 317 mil visitantes em 79 dias, o CCBB Brasília recebe entre os dias 12 de Outubro a 5 de Janeiro de 2014 a exposição Mestres do Renascimento: Obras-primas italianas. São 57 obras de um dos mais influentes movimentos artísticos da história da humanidade. A mostra inédita apresenta um panorama do florescimento cultural dos séculos XV e XVI, que, marcado pela revalorização da cultura clássica, apresentou ao mundo mestres como Rafael, Ticiano, Tintoretto, Leonardo da Vinci e Michelangelo.

São inúmeras obras de grandes mestres do Renascimento presentes na exposição, como o Cristo benedicente (Cristo abençoando), de Rafael, Morte diLucrezia (Morte de Lucrecia), de Giovanni Bazzi dito Il Sodoma, Sacra Famigliacon una santa (Sagrada Família com uma santa), de Andrea Mantegna, Annunciazione de Giovanni Bellini, dentre outras obras-primas.

A exposição tem curadoria da historiadora da arte Cristina Acidini, superintendente para o Patrimônio Histórico, Artístico e Etno-antropológico e para o Museu da Cidade de Florença. Mestres do Renascimento: Obras-primas italianas é um projeto da Base7 Projetos Culturais, idealizado pela Start e com coordenação geral da Civita.

CCBB - SP - 13 de Julho 2013 a 29 de Setembro de 2013 CCBB - DF - 12 de Outubro 2013 a 05 de Janeiro de 2014

Michelangelo

Celebrado como o maior artista da pintura, da escultura e da arquitetura, Michelangelo Buonarroti é um dos nomes mais respeitados do Renascimento italiano. Em 1508, ele foi chamado a Roma pelo papa Júlio II para pintar os afrescos da Capela Sistina. A pintura foi aclamada como obra-prima e Michelangelo como o maior artista de seu tempo. Nas décadas seguintes, ele trabalhou intensamente até a velhice e continuou a ser bem-sucedido em vários campos, entre os quais a poesia.

Mino del Fiesole

Mino del Fiesole foi um escultor florentino. Segundo Giorgio Vasari (pintor dedicado à redação de biografias), ele foi aluno de Desiderio da Settignano. Essa informação é bastante questionada devido às idades do mestre e discípulo serem muito próximas. Mino é lembrado basicamente pela produção de bustos, quase todos modelados em figuras masculinas. A escultura mais antiga – “Piero de Medici” (1453) – é o primeiro busto datado da Renascença. O artista também trabalhou como escultor de túmulos.

Veronese

Veronose foi um importante pintor em Veneza. Artista produtivo, adotou o nome de Paolo Cagliari, mas ficou conhecido como “il Veronese”, em razão de sua terra natal. Seus trabalhos mais famosos são os ciclos narrativos – obras em estilo maneirista dramático, cheias de referências arquitetônicas e brilhante pompa. Apesar de ser um dos nomes mais importantes de sua época, não deixou discípulos. Ele foi um dos primeiros pintores, em vida, a ter seus desenhos procurados por colecionadores.

II Parmigiano

Girolamo Francesco Maria Mazzola ficou mais conhecido por seu apelido Parmigianino. Ele ganhou a reputação de ser um dos mais importantes pintores maneiristas de seu tempo. Nascido em uma família de artistas, desde jovem mostrou grande talento para a pintura. Quando adolescente, Parmigianino produzia excelentes obras que se caracterizavam por personagens elegantes e fluidos. Em 1524, o artista foi para Roma, tornando-se protegido do papa Clemente VII.

Andrea Mantegna

Andrea Mantegna foi um dos mais importantes artistas na Itália do século XV. Leonardo da Vinci, Antonio Correggio e Giovanni Bellini foram influenciados pelas técnicas e pelo estilo de Mantegna. Conhecido por sua fidelidade aos predecessores, trabalhou dentro da tradição da Renascença italiana. Além de pintor, Mantegna era um exímio desenhista e produziu várias gravuras, hoje consideradas as melhores de seu tempo. Em 1448, Mântua foi incumbido de pintar a Capela Belvedere, no Vaticano.

Alvise Vivarini

Líder antes de Giovanni Bellini, Avise Vivarini fazia parte de uma dinastia de pintores. Seu pai era Antonio Vivarini e seu tio, com quem aprendeu técnicas de pintura, foi Bartolomeo Vivarini. As obras do artista mostram certo adiantamento sobre seus antecessores. A arquitetura e perspectiva de seu trabalho são avançadas para a época. Muitas igrejas em Veneza possuem obras de Vivarini. Outras composições do pintor estão em Treviso, Milão, Londres e Berlim.

Andrea Bregno

Nada se sabe sobre a carreira de Andrea Bregno até a sua chegada em Roma nos anos 1460. Durante o pontificado do papa Sisto IV, artista tornou-se um dos escultores mais populares e prolíficos do seu tempo. Bregno trabalhou, principalmente, na decoração dos túmulos dos dignitários da corte papal. Suas obras caracterizam-se por grande refinamento e habilidade técnica. Embora muitas vezes não muito inventivo, ele foi um bom escultor. Seu estilo era mais clássico e seu design mais compacto.

Maineri

Pintor e miniaturista, Antonio di Bartolomeo Maineri pertenceu a Escola de Bolonha. Os artistas Mantegna, Ercole de 'Roberti, Marco Zoppo foram fortes referências em sua carreira.

Battista Dossi

Battista Dossi pertenceu à Escola de Ferrara. O pintor passou quase toda a sua vida trabalhando na corte de Ferrara, junto com o seu irmão Dosso Dossi. Acredita-se que Battista Dossi tenha atuado no mesmo estúdio de Rafael, entre 1517 e 1520. A atuação do pintor é obscurecida pela carreira de seu irmão. Nem sempre é fácil identificar a extensão e a natureza de sua contribuição artística.

II Garofalo

Artista do final do Renascimento, II Garofalo pertenceu à Escola de Ferrara. Bastante dedicado aos estudos, o pintor buscou conhecimentos em diferentes escolas da pintura italiana. A amplitude de informação adquirida concedeu ao artista um refinado senso de estilo. Acredita-se que II Garofalo tenha passado cerca de três anos em Roma. O período na cidade levou o artista a seguir um estilo clássico estilizado. Ainda em Roma, o pintor trabalhou brevemente com Rafael.

Carlo Crivelli

Carlo Crivelli provavelmente foi discípulo do pintor Francesco Squarcione, em Pádua, tendo passado a maior parte de sua vida em Marches (região da Itália central). Crivelli era um artista bastante ativo em 1457, quando foi condenado por adultério. Sua primeira obra datada foi um altar produzido para a Igreja de San Silvestro em Massa, cidade da região de Toscana. Considerado um pintor técnico, seus quadros apresentam bom estado de conservação. O artista possuía um forte sentido decorativo.

Ghirlandaio

Nascido Domenico di Tommaso di Currado Bigordi, Ghirlandaio recebeu esse apelido do talento de seu pai em fazer guirlandas. Ele foi considerado o melhor pintor de afrescos de sua geração em Florença. Aos 20 anos, Ghirlandaio administrava um enorme e organizado ateliê. Com um estilo característico, combinava o contemporâneo e o histórico, o antigo e o cotidiano, o mundano e o sagrado. Michelangelo foi seu aprendiz durante três anos.

Donatello

Donatello é considerado o mais original e abrangente artista do século XV. Ele adquiriu um conhecimento vasto e detalhado das esculturas da Antiguidade. Entre 1408 e 1409, produziu uma estátua em mármore de “Davi”. A obra é considerada um feito notável por ser o primeiro nu apoiado em um único suporte desde os tempos clássicos. Como percussor da expressão humana e com uma¬¬ técnica avançada de profundidade, Donatello foi um dos mais admiráveis e respeitados artistas de seu tempo.

Dosso Dossi

Líder da “Escola de Ferrara” durante o Renascimento, Dosso Dossi é bastante conhecido por seu estilo alegórico enigmático. Ele foi um dos principais pintores da família Este Ferrara, uma importante dinastia europeia de príncipes. A família valorizou a cultura artística e promoveu uma atmosfera de refinamento. A arte de Dosso é fantástica, excêntrica e pessoal. Muitas fotos ainda desafiam uma explicação precisa, em razão de seus temas complexos e seus programas alegóricos obscuros.

Fra Angelico

Fra Angelico foi membro da ordem religiosa dos dominicanos, conhecida como Ordem dos Pregadores. Dizia-se que ele pintava com devoção. A compaixão e a religiosidade podem ser notadas em suas obras, que registram uma vida de devoção cristã. Educado como ilustrador de livros, ganhou reputação como artista habilidoso em 1417. O estilo predominante de seus primeiros trabalhos era o gótico internacional. O uso inovador de paisagem e de composição influenciou a carreira de Leonardo da Vinci.

Fra Bartolomeo

Baccio della Porta foi dos melhores pintores florentinos da Alta Renascença. Tornou-se frade dominicano em 1550 e trocou seu nome para Fra Bartolomeo. Nascido em Florença, foi discípulo de Cosimo Roselli. O artista sofreu forte pressão para abandonar a pintura e ingressar na Ordem do Frei Girolamo Savanarola. Em 1504, Fra Bartolomeu retornou ao meio artístico. Na oportunidade, consagrou-se como um dos principais coloristas da escola florentina.

Gentile da Fabriano

Reconhecido como um dos principais artistas de sua época, Gentile da Fabriano realizou diversas trabalhos nos maiores centros artísticos da Itália. Entretanto, parte considerável de sua obra foi destruída. O retábulo “Adoração dos Magos” (1423), pintado para a igreja de Santa Trinità, em Florença, é um de seus mais importantes trabalhos. A obra, que permanece intacta até hoje, insere o artista na lista dos maiores expoentes do estilo gótico internacional na Itália.

Giorgione

Giorgione revolucionou a arte da pintura. Inaugurando o estilo pictórico veneziano, ele é considerado o primeiro grande nome da escola de Veneza em oposição à tradição florentina. O impacto do trabalho produzido pelo pintor foi imenso. Embora as quantidades de composições atribuídas a ele sejam muito pequenas, as obras do artista eram bastante valorizadas. Giorgione adotou uma nova maneira de incluir as figuras dentro de uma paisagem, que deixa de ser mero pano de fundo e integra-se a pintura.

Giovanni Bellini

Considerado o gênio inaugural da pintura renascentista, Giovanni Bellini foi o impulsionador da escola veneziana. Com uma linguagem baseada na fusão da figura humana com a paisagem, o pintor deu uma relevante contribuição para a história da arte no que se refere ao tratamento do tema e das técnicas. Suas inovações influenciaram artistas como Ticiano, Veronese e Tintoretto. Bellini foi surpreendente, incorporando paisagens poéticas e alegorias ao repertório de narrativas religiosas.

Giovanni Boccati

Tendo atuado de forma mais intensa na região da Itália central, Giovanni Boccati foi, inicialmente, influenciado pelos mestres Fra Filippo Lippi, Fra Angelico e Paolo Uccelo. O artista foi um dos principais representantes da pintura dos governantes de Camerino (unidade administrativa na Itália). O pintor parece não ter adquirido grande compreensão acerca da base da arte renascentista. Boccati não apresentou um bom domínio de perspectiva e também não mostrou grande interesse por anatomia.

Cima de Conegliano

Giovanni Battista Cima é um dos principais representantes da pintura veneziana do final do século XV e início do século XVI. Ele desenvolveu um estilo refinado e uma técnica perfeita. Em razão de sua origem, ficou conhecido como Cima de Conegliano. O pintor foi um dos mais atuantes artistas do Renascimento italiano. Ele deve o seu sucesso à perfeição de sua arte. Suas obras baseiam-se em desenhos minuciosos. Cima ainda explorou novos efeitos de composição, combinando natureza e arquitetura.

Girolamo da Carpi

Girolamo da Carpi iniciou a educação artística em sua cidade natal, na oficina de Garofalo. Em seguida, sofreu influência dos artistas Parmigianino e Lorenzo Costa. Suas viagens para Bolonha também foram de grande importância para a sua formação. Em Roma, ele foi educado no campo da arquitetura, inspirado, principalmente, por Baldassarre Peruzzi e Giulio Romano. Girolamo manteve contato com o Império Romano e, em 1550, tornou-se o arquiteto do Papa Júlio II.

Girolamo da Brescia

Conhecido por Girolamo da Brescia, o artista apresenta um estilo marcado pelo lirismo silencioso. Embora a grande parte de seu trabalho tenha sido esquecida, o interesse em Girolamo foi revivido no século XX. Suas obras ganharam um lugar ao lado de outros pintores da Alta Renascença. Por volta dos 40 anos, Girolamo foi morar em Veneza, onde teve seu período de maior produção. Lá, recebeu comissões para a elaboração de retratos e retábulos para o duque de Milão, Francesco Maria Sforza.

II Bronzino

Com forte influência de seu mestre Jacopo Pontormo, Bronzino ficou famoso por seus retratos dos nobres florentinos e pela forma com que desenhou os seus modelos, utilizando uma aura de confiança. O pintor atuou principalmente em Florença. Em Toscana, ele recebeu um cargo de artista da corte de Cosimo I de Médici, grão-duque da região. O nobre admirava a teatralidade presente nas obras de Bronzino. Criticados por conterem uma arrogância fria, seus retratos foram diversas vezes mal-interpretados.

II Correggio

Antonio Allegri, conhecido por suas pinturas mitológicas, repletas de erotismo, passou a maior parte de seu tempo dedicado a obras sacrais. Devido à falta de patronos em Parma, cidade em que vivia no auge do sucesso, Correggio (como ficou conhecido) criou poucas obras. Influenciado pela técnica de Leonardo da Vinci, suas pinturas parecem eternas. As obras de Correggio apresentam contornos suaves e enevoados. Seu nome foi muito respeitado durante os séculos XVII e XVIII.

Francesco Francia

Francesco Francia trabalhou como medalhista e atuou nas artes da pintura e da ourivesaria. No início da carreira, Francia dedicou-se a obras elaboradas em prata e nigela. Pertencente a Escola de Ferrara, seu primeiro mestre foi Francesco del Cossa. Porém, foi com Lorenzo Costa que Francia ganhou mais experiência. Após assumir um cargo de pintor da corte em Mântua, o artista ganhou reputação ao mostrar certa tendência progressiva ao classicismo rafaelesco.

II Moretto

Um dos melhores pintores do norte da Itália no século XVI, Alessandro Bonvicino, conhecido por Moreto, foi um aplicado estudante das obras de Ticiano. Ele sofreu grande influência dos pintores G. Itomanino e Rafael. Em suas telas, Moreto traz uma forma natural e atraente, trata o sentimento de maneira devocional e trabalha com cores frescas e opulentas. Em 1521, atuou com Girolamo Romanino, na “Cappella del Sacramento”, antiga catedral da Bréscia. Ali, ele finalizou uma “Última Ceia”.

Pontormo

Pontormo foi um dos mais inovadores artistas italianos do século XVI. Exímio desenhista, ele produziu uma diversificada coleção de desenhos que estão entre os melhores exemplos do estilo maneirista. O pintor ficou órfão ainda jovem, tendo que se dividir entre os ateliês de Leonardo da Vinci, Piero di Cosimo e Mariotto Albertinelli. Por volta de 1520, ele começou a criar seu estilo definitivo, impregnando-se de uma complexa emotividade e de uma organização espacial ligeiramente deslocada.

II Sodoma

Sob forte influência dos estilos renascentista e maneirista, II Sodoma foi um pintor bastante produtivo, principalmente, no que diz respeito à elaboração de afrescos. Uma de suas obras-primas é o afresco do casamento de Alexandre e Roxane (1516-1517). Em seu tempo, Sodoma foi o principal artista em Siena. Mais tarde, os críticos passaram considerar Beccafumi como o grande expoente da região

II Bassano

Jacopo dal Ponte, conhecido por II Bassano, pertenceu a uma família de pintores. Ele recebeu o treinamento inicial de seu pai. O artista mudou-se para Veneza, onde completou seus estudos. Amigo íntimo de Tintoretto e Veronese, o pintor voltou para sua terra natal (Bassano del Grappa) com o intuito de administrar a oficina da família. Em seu ateliê, produziu retábulos, pinturas de histórias bíblicas e alguns retratos. II Bassano produziu muitas cenas movimentadas e cheias de detalhe naturalista.

L´Ortolano

Pintor da Escola de Ferrara, Giovanni Benvenuti, ou simplesmente L’Ortolano, era um estudante aplicado. O artista buscava referências nas obras de Rafael. Pouco se sabe a respeito de sua carreira. Acredita-se que seus trabalhos sofreram grande influência do estilo de Dosso Dossi. Em 1520, Giovanni pintou a “Virgem Maria e o Menino Jesus com Vários Santos” para a igreja San Niccoló. Entre 1512 e 1524, o artista atuou na cidade de Ferrara, onde algumas obras são atribuídas como de sua autoria.

Leonardo da Vinci

Leonardo da Vinci é considerado a peça-chave da Alta Renascença. "Mona Lisa" (1503-1506) foi a obra que o notabilizou, cativando amantes da arte há séculos. Contudo, sua atuação não se restringia às pinturas. Ele também foi arquiteto, matemático, escultor, engenheiro, entre outros ofícios. O conjunto de sua obra é amplamente marcado pela genialidade. A habilidade de organizar criativamente os espaços e planejar composições harmoniosas são exemplos da grande capacidade artística de da Vinci.

Lorenzo Lotto

Lorenzo Lotto é considerado um dos mais talentosos artistas de sua geração. Dotado de uma individualidade estilística, ficou conhecido por seus retratos e suas pinturas com temática religiosa. Lotto trabalhou em diversas cidades italianas. De 1509 até 1511, ficou encarregado de produzir a decoração dos apartamentos papais do Vaticano. Respeitado e bastante conhecido no norte da Itália, antes de falecer, ele entrou para a vida religiosa, tornando-se irmão leigo na Santa Casa de Loreto.

Ludovico Mazzolino

Ludovico Mazzolino pertenceu às escolas de Ferrara e de Bolonha, cidades em que teve maior atuação. Aparentemente, o artista estudou sob a tutoria do pintor Lorenzo Costa. Durante a sua formação artística, ele também sofreu certa influência dos pintores II Garofalo e Boccaccino. Conhecido por suas obras com um estilo regressivo e conservador, comparando-as com o classicismo moderno – então emergente à época, Mazzolino teve boa parte de seu trabalho encomendada pelo duque Ercole I d'Este.

Marco d’Oggiono

Marco d’Oggiono foi o principal aluno de Leonardo da Vinci. As técnicas e os temas aprendidos no ateliê do gênio ajudaram na produção de diversas cópias das obras de Leonardo. O pintor aproveitou a idolatria pela arte de da Vinci para estabelecer uma carreira artística próspera. Ao final da década de 1490, d’Oggiono estabeleceu uma carreira independente. No período, o artista elaborou retábulos de igrejas, além de algumas modestas telas. Pouco de seus primeiros trabalhos permanecem intactos.

Melozzo da Forli

Melozzo da Forli alcançou grande reputação em seu tempo. Foi um dos notáveis pintores da Renascença italiana, bem como um dos mais famosos seguidores do estilo de Piero della Francesca. Apesar de ter produzido obras atraentes e peculiares, seu trabalho, de certa maneira, é negligenciado. Pouco de sua obra permanece intacta. O pintor ficou conhecido pela sua habilidade em perspectiva e ilusionismo. Por volta de 1484, o artista trabalhou na decoração da Capela do Tesouro da Basílica de Loreto.

II Perugino

Pietro Vannucci, conhecido como II Perugino, formou-se por meio do conhecimento das obras de Piero della Francesca. Perugino foi um dos mais importantes artistas da Alta Renascença. O pintor assimilou diversas técnicas para expressar sentimento em suas obras, adquirindo ainda o senso decorativo de seu maior mestre, Fiorenzo di Lorenzo. Entre 1484 e 1499, Perugino viveu sua melhor fase. Trabalhando em pinturas religiosas, ele produziu vários afrescos eclesiásticos.

Piermatteo d’Amélia

Piermatteo d’Amélia é considerado um mestre anônimo. Sua primeira obra identificada data de 1483, oportunidade em que foi contratado para executar o retábulo dos Franciscanos em Terni. Entre 1467 e 1469, artista colaborou com Filippo Lippi na decoração da abside da Catedral de Spoleto. Piermatteo d’Amélia ainda trabalhou em Roma, Orvieto e Perugia. Em Roma, ele decorou a abóbada da Capela Sistina, por volta de 1480.

Piero di Cosimo

Piero di Cosimo nasceu em Florença. Por volta dos 18 anos, foi aprendiz no estúdio do pintor Cosimo Rosselli. Em 1481, o jovem artista acompanhou seu mestre em viagem a Roma, com intuito de ajudá-lo a terminar um afresco na Capela Sistina. No final da década de 1480, Piero di Cosimo configurou-se como um artista independente em Florença. De acordo com o biógrafo Giorgio Vasari, o pintor levou uma vida reclusa. Mais tarde, o artista ficou incapaz de trabalhar devido a uma paralisia parcial.

II Pinturicchio

Bernardino di Betto, chamado II Pinturicchio, foi um pintor aberto às correntes artísticas que circulavam a região da Umbria. A primeira fase de sua carreira e o período dedicado aos estudos não são bastante conhecidos. Apesar disso, seus contemporâneos consideram-no aluno de Perugino. Por volta de 1493, o artista foi empregado pelo Papa Alexandre VI. II Pinturicchio foi chamado para decorar seis salas do Palácio do Vaticano. Em 1501, ele ocupou um cargo político em Perugia.

Rafael

Rafael foi um dos mais importantes personagens da alta Renascença Italiana. Filho de Giovanni Santi, pintor da corte do duque de Urbino, Rafael possuía um refinamento que o ajudou a angariar sucesso nas altas esferas. O artista parece ter adquirido a experiência de Michelangelo em anatomia humana, além de ter sido influenciado pelas composições simples, a iluminação e a intimidade emocional de Leonardo da Vinci. Apesar disso, Rafael desenvolveu um estilo próprio, de grande apelo.

Raffaellino del Colle

Raffaellino del Colle foi um pintor maneirista, que atuou principalmente na região da Umbria. Também é chamado Raffaellino della Colle. O artista foi aluno de Rafael e trabalhou com Giulio Romano, na Sala di Constantino no Vaticano.

Sandro Botticelli

“O Nascimento de Vênus” (1485), uma das pinturas mais conhecidas do mundo, por si só mostra a relevância deste artista para história da arte. Sandro Botticelli desenvolveu um estilo próprio, caracterizado pela elegância do traçado e pela força expressiva de suas linhas. O pintor está entre os grandes inovadores do Renascimento. Seu talento chamou atenção da poderosa família Medici, que encomendou diversos trabalhos. Em 1481, o Papa Sisto IV chamou-o para criar afrescos para a Capela Sistina.

Sebastiano Del Piombo

Educado em Veneza, nos ateliês de Giorgione e Giovanni Bellini, Sebastiano del Piombo é mais conhecido pela longa carreira que traçou em Roma. Na cidade, ele conseguiu relevantes encomendas e patrocínios. Ajudado por Michelangelo Buonarroti, o artista recebeu vários pedidos de elaboração de esboços. Sebastiano levou a Roma paisagens bucólicas e amenas, além das cores ricas de Veneza. Suas obras são complexas e normalmente exibem um arranjo diagonal e sombras intensas.

Ticiano

Tiziano Vecellio foi o maior pintor da Escola de Veneza. O artista inovou tanto na pintura de retratos como nas alegorias e nas obras sacras e mitológicas. Ele foi o primeiro de sua época a ostentar uma clientela verdadeiramente internacional. Em 1510, o pintor recebeu uma de suas mais importantes encomendas: uma série de afrescos para a Scuola del Santo, em Pádua. Em 1533, ele foi elevado ao cargo de Paladino da Corte e Cavaleiro do Galão Dourado, uma honra incrível para um pintor.

Tintoretto

Jacopo Robusti, conhecido por Tintoretto, deve o apelido à profissão de tintureiro do pai. Em 1539, ele já era um artista independente. Contudo, seu reconhecimento demorou a chegar. O pintor não atraía o patrocínio da aristocracia. O divisor de águas de sua carreira foi a obra “O milagre de São Marcos” (1542/1548). Apesar da pintura ter causado sensação, com o ineditismo de imagens, ela foi rejeitada inicialmente. Mais tarde, a tela trouxe grande reconhecimento ao artista e firmou sua reputação.

Vittore Carpaccio

Vittore Carpaccio, pintor da escola veneziana, estudou com Gentile Belline, pai de Giovanni Bellini. Considerado um tanto conversador, Carpaccio mostra pouca influência das tendências humanistas que transformaram a pintura renascentista italiana. Comparada a de outros artistas de sua geração, a arte de Carpaccio é bastante negligenciada. Ele talvez seja mais famoso por suas grandes cenas urbanas. Suas obras são cheia de detalhes, em um tom quase medieval.

Giovanni Santi

Pai de Rafael, Giovanni Santi foi influenciado pela estética de Fiorenzo di Lorenzo e foi discípulo de Pietro della Francesca. Pintor da corte da cidade de Urbino, Giovanni produziu, principalmente, obras de temática religiosa. Ele é mais recordado pela crônica que escreveu a respeito do duque de Urbino, Frederico Montefeltro, do que por suas próprias pinturas. O texto traz boa quantidade de informações acerca da vida na corte, das campanhas militares de Frederico e de questões artísticas.

Mestres
URIEL LAIANO Acupunturista Uriel tem 36 anos e dois filhos. Nasceu em Praia Grande – SP e, além de acupunturista, também é desenhista autônomo.
Dona Kitita Aposentada Com 76 anos, Maria Etelvina tem 6 filhos, 16 netos e 4 bisnetos. Natural de Minas Gerais, estudou arte nos cursos de Magistério e Biblioteconomia.
TAUA Estudante De Marabá, no Pará, Tauã se mudou para Brasília há 7 anos. Na capital, ele estuda psicologia e atua nos palcos da cidade.
Barbara Borges Estudante Com apenas 15 anos, Bárbara mora em Planaltina - DF e ainda não sabe se cursa Medicina Veterinária ou se estuda Odontologia.
Viviana jornalista A brasiliense Viviana tem 28 anos, não tem filhos e nunca morou em outro lugar que não o Planalto Central.